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sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

A Borboleta na Tormenta #13 e Epílogo


Olá, pessoal!

Hoje vim trazer o final do primeiro arco de A Borboleta na Tormenta!

Isso mesmo, estamos no final, mas não se preocupem, pois não é a última história de Fatou, Júlia & Cia. Trazemos a vocês o capítulo final junto do epílogo dessa incrível light novel! É um final que marca um novo começo, então imagem uma garotinha moe dizendo "Tsuzuku!" no final do epílogo.

Não esqueça de ler os demais capítulos de A Borboleta na Tormenta, Amid the Spirits e Zokugatari no wattpad! Seu voto e comentário lá são muito importantes para nós!

Caso não tenha lido, estamos colocando novas versões de projetos antigos, já deu uma conferida na versão atualizada de Why Why Love?

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E agora, vamos para o que interessa!


A Borboleta na Tormenta
Autor: MRN
Editor: Tany Isuzu
Gêneros: Drama, Thriller, Ficção Científica             
Classificação: +14
Lançado em: 2015

Capítulo 13 - Ennui
Vamos sentar e conversar. Hora de voltar ao começo de tudo, a previsão de duas semanas atrás, quando Isamu Fatou viu a morte de Isamu Fatou e nada pôde fazer para impedir. É o momento de Fatou ter um papo consigo mesmo sobre tudo que aconteceu e tudo que irá acontecer.

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Ler online: Googledrive | Wattpad

Epílogo
E chegamos ao fim... deste arco. Aguardem a continuação! O futuro onde Isamu Fatou vai impedir que o destino ou seus agentes mexam com a vida dele ou a de Júlia Brontë

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Ler online: Googledrive | Wattpad

O próximo volume não sairá de imediato, compreendam, por favor. Vamos trabalhar para que ele saía com uma qualidade superior a do primeiro. E para finalizar, uma "pequena" mensagem do autor da obra para vocês, leitores:

Então... Vocês não vão jogar pedras em mim, certo? O quê? Foi meio anticlimático? Ah... Bom... Eu meio que não pude evitar cair na estrada do Nicolas Cage. É engraçado pensar que as pessoas se sentiram tão traídas ao final de Next, enquanto eu me senti tão feliz! Eu acho que tenho algum tipo de fetiche por finais anticlimáticos, sinceramente. Foi como se o autor simplesmente jogasse tudo pro alto e falasse que não queria mais saber daquilo. Ok, eu não fiz isso, mas houve aqueles momentos que o bloqueio criativo parecia me forçar a fazê-lo. Ainda bem que eu decidi continuar com essa história de repetições.  Mas aqui vai a situação: Esse não é o final, esse é o começo. Não se preocupem. Eu não sou maldoso o bastante de fazer a história repetir essas duas semanas infinitamente, nós não estamos em agosto. Daqui pra frente, nós teremos uma pequena mudança em como a história se desenvolve, mas nada muito drástico. Espero que vocês continuem gostando e lendo porque sem vocês essa história não teria saído do início. Eu sempre quis fazer uma história em ambientes fechados desde que conheci "E não sobrou nenhum" de Agatha Christie. Enquanto os outros livros dela seguiam uma fórmula quase que genérica, a famosa história dos assassinatos na ilha isolada nunca poderia ficar cansativa. Isolar os alunos na escola daquela forma foi quase uma homenagem a tal livro. Para quem quer ter uma melhor ideia do que estou falando, procurem pelo trope "Closed Circle" foi praticamente o primeiro plot device que me veio à mente. Por fim, gostaria de agradecer a todos que me acompanharam até o fim. Agradecer ao pessoal do DDTOA que leu minha história quando ela não passava de uma fanfic jogada num canto esquecido das interwebs. Gostaria de agradecer ao Ryan e ao Peddro por serem meus primeiros leitores, dando feedbacks lindos nos primeiros capítulos, vocês foram as pessoas que mais me apoiaram no início e eu realmente sou muito agradecido a vocês. Gostaria de agradecer ao povo do chat da MLN que tinham comentários que sempre elevavam o meu ego...  digo... minha autoestima quando eu mais precisava (sério, amo vocês). Gostaria de agradecer à toda equipe da MLN que me deu a oportunidade incrível de publicar esse meu pequeno agregado de pensamentos aleatórios, vocês fizeram um bem a mim que nem ao menos sabem. Gostaria de agradecer, finalmente, à Tany, que esteve comigo na grande guerra de "esses" e "estes" que provavelmente ainda não acabou, kek, e também por ser a pessoa que sempre lia meus capítulos (afinal, era ela quem os revisava, né?). Existe um grande problema ao escrever sozinho que é a ideia de que, possivelmente, ninguém no mundo vai ler o seu texto, mas ter alguém que esteve disposto a seguir, do início ao fim, sua história é algo muito mais do que somente motivador. Era ótimo ver que ao menos a revisora estava gostando do meu trabalho! Muito obrigado, mesmo. Acho que é isso. Foi uma enorme viagem. Fatou e sua trupe nasceram (em minha mente) em novembro de 2014 e hoje, mais de um ano depois, finalmente andaram um passo à frente. Até a próxima, muito em breve eu trarei novidades.


E com isso, concluo esse post. Leiam e não deixem de comentar! Seu comentário é a única forma que temos de saber que está gostando da história. É uma das formas de demonstrar apoio para o autor e todos os envolvidos na publicação da light novel.

Um comentário:

  1. O quê? É para comentar? Ok, lá vou eu.

    Comecei a frequentar o blog em meados de setembro de 2015, mas confesso que eu tinha um pouco de receio em ler as novels postadas por aqui. Não me entenda errado, há um motivo para tal. Minha maior frustração era com relação ao bloqueio criativo, o qual me assombrava todos os dias, sempre no exato momento em que eu abria o Word. Basicamente, eu tinha medo de me interessar tanto por uma história que, mesmo "sem querer", fizesse com que eu acabasse me apossando de ideias já desenvolvidas por outros autores, assim me limitando ainda mais criativamente. Certo dia, enquanto eu me aventurava por uma longa e improdutiva madrugada, decidi começar a ler este curioso trama. Não deu outra; Quando comecei, não consegui parar, então terminando de ler tudo em 2 dias. As metáforas e referências impostas, os diálogos e narrações impecáveis e o carisma dos personagens (Júlia s2); Tudo isso e mais um pouco fizeram com que eu me conectasse com o universo proposto pelo autor. Não é qualquer um que consegue fazer o leitor esquecer que está lendo meros pixeis enfileirados em uma tela de formato retangular (ou quadrada, se você ainda estiver preso nos anos 90). Pixeis estes que acabam por formar palavras, frases e parágrafos; Um novo mundo. Uma nova história.

    Ah, mas como isso me ajudou com o meu bloqueio criativo? Bem, eu acabei descobrindo que com simples palavras podemos criar um complexo elo entre nós, autores, e os leitores. Não há sentindo em querer complicar o que está para ser escrito, bastam ser palavras verdadeiras - que expressem o real sentimento que o escritor queira passar. A única coisa que posso desejar agora é boa sorte, que você continue recheando esse "sanduíche" que é a sua novel. Assim, fazendo com que possamos terminar de ler e ter o prazer de falar que ficamos satisfeitos.

    Com um calor dos infernos,
    Fusyon

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