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domingo, 28 de setembro de 2014

Plot-driven, Character-driven e World-driven: as três maneiras de se dirigir uma história.



Yahoo! Sagami Riku de volta aqui!

Hoje lhes trago uma matéria com o objetivo de auxiliar os escritores de light novel ou qualquer outra coisa por aí quanto às três formas mais básicas de se conduzir uma história. Bom, então vamos começar!





Plot-driven é a maneira mais usada de se dirigir uma história, mas o que é uma história plot-driven? Bem, plot-driven é o termo usado para histórias conduzidas principalmente por eventos e acontecimentos (ou seja, o plot, que significa o planejamento da história). Nesse tipo de narração, o que realmente empurra à trama para frente são os acontecimentos ali descritos. Um evento pode mudar tudo e essa é a base de tudo. Essa maneira de condução se aplica mais à histórias que necessitem de mais ação e movimento.

Agora vamos à segunda maneira de se conduzir uma história e particularmente a minha favorita: Character-driven.



Uma história character-driven tem como foco principalmente seus personagens, pois são eles que conduzem a trama com suas ações e decisões. Numa história character-driven se explora muito a mente dos personagens e seus pensamentos, conflitos e dramas são todos expostos ao leitor com o intuito de torná-los mais ricos, humanos e, por consequência, mais reais. Fazendo isso, o plot e o mundo em que a história se passa são deixados mais de lado, o que não a deixa menos interessante. O risco que se toma ao decidir criar uma história muito apoiada em seus personagens é que, se os leitores não gostam ou se identificam com os personagens, logo eles não gostam ou se identificam com suas histórias. Como contraponto à isso, histórias character-driven são bem mais flexíveis e fáceis de se escrever. É só jogar os personagens numa situação qualquer que ainda assim a história se mostrará interessante (isso se os personagens forem bem construídos).

E agora vamos à última e terceira forma mais básica de se conduzir uma trama, e a menos usada também, mas que não deixa de ser interessante: World-driven.
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Uma história world-driven tem seu foco voltado ao ambiente em que a história se passa mais do que sua trama e personagens. O cenário onde os personagens vivem é vastamente descrito e detalhado para causar uma sensação de imersão, como se aquele mundo realmente fosse real. Quantos não querem que Hogwarts ou o mundo dos bruxos em geral da série Harry Potter exista de verdade? Esse tipo de condução é melhor usada em histórias de ficção científica e fantasia já que narrativas assim tem como maior objetivo imergir o leitor numa realidade completamente diferente da qual ele está habituado.

Claro que, se você preferir, você pode usar o três estilos de condução, mas é recomendado usar um de cada vez e não dois ou todos ao mesmo tempo, pois isso pode afetar o pacing (ritmo) da história. Esse texto serve apenas o propósito de esclarecer mais o uso desses três termos e como e de que melhor forma eles são aplicados à escrita.

Na minha opinião, o melhor é não se ater à essas formas de escrita, apenas usá-las como indicadores, e escrever livremente como você bem gostar e entender.

E por hoje é isso pessoal, prometo trazer mais matérias como essa depois, mas por agora é só.

Até a próxima ^^

4 comentários:

  1. Muito boa matéria, eu gosto de escrever mais como um hobby mesmo. Sou quadrinista amador e o roteiro é muito importante num quadrinho, essa matéria me esclarece alguns pontos para servirem de base para mim.

    Obrigado. ^^

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    Respostas
    1. Yo, Jeferson Chan!

      Eu também escrevo e faço quadrinhos amadoramente e sei que o roteiro é uma parte importante nesse processo. Fico feliz por ter te ajudado!

      E de nada, sou eu que agradeço pelo seu comentário ^^

      Excluir
  2. Pretendo começar a escrever novels, adorei a matéria.

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